FOCA EM AÇÃO: Pré-Carnaval do Governo do Estado estimula turismo e geração de renda no Centro Histórico



Ocupar as ruas e praças antigas de São Luís durante as prévias do Carnaval é muito mais do que seguir os blocos. Nesta época do ano, a experiência carnavalesca permite acionar a engrenagem que faz a economia girar abastecida pela cultura pulsante em cada esquina histórica e por mais tempo. Entre casarões coloniais e azulejos centenários, o Centro Histórico atrai uma multidão de turistas que não apenas atualizam as fotos das redes sociais, mas também fortalecem o comércio local. Nos bastidores, a festa significa trabalho e renda para centenas de maranhenses.


​O Governo do Estado investiu em decoração temática, segurança e uma programação diversa que devolveu ao Centro Histórico o sentido de um lugar de convivência. O impacto é imediato: o fluxo turístico fomenta desde a atividade do vendedor de bebidas até a do artesão, e ainda, o setor hoteleiro, provando que a festa é, de fato, um investimento.

Em contrapartida, os turistas vivenciam momentos inesquecíveis. Para o catarinense Luccas Gonçalves, a experiência maranhense supera a folia comum. Ele buscou em São Luís uma conexão diferente da que o sul do país oferece.

​“Acho que o Maranhão tem uma experiência de cultura que mostra muito da nossa ancestralidade, uma coisa que a gente acabou perdendo aqui, no Brasil, que é esse contato com a nossa cultura real. Estar aqui para mim é poder resgatar um pouco da nossa história. É um choque muito grande de cultura. Tô achando tudo muito bonito, a cidade é encantadora, é muito mágica e eu só quero voltar — eu nem fui ainda — mas quero estar aqui de novo”, revela Luccas, que também considerou o reggae um dos grandes atrativos.

​Essa mistura de ritmos, muitas vezes, dita o tom da viagem. Enquanto o reggae ou o Tambor de Crioula, por exemplo, mantém o pé no chão das raízes, o som dos trios e palcos espalha sotaques de toda parte do Brasil.

​A cearense Ivonete Reis, que desembarcou na capital maranhense na última semana, sentiu a vibração das ruas. “O Carnaval realmente está na veia de todos, com muita energia e luz. É a primeira vez que venho ao Centro Histórico e dá para ver que é um lugar de bastante energia, uma experiência bem diferente da cultura do Ceará”, relata. 

​A diversidade se torna a alma do negócio. Enquanto, para o turista, a festa é lazer; para o maranhense, é oportunidade. O clima amistoso citado pelos visitantes é o que garante que o comércio local prospere. Afinal, ele emoldura o cenário das experiências.

Renan Hipólito, pernambucano acostumado com grandes festas, aprovou a receptividade maranhense e a variedade que encontrou. “Estou achando massa o clima amistoso, todo mundo brincando, pessoal bacana e receptivo. Comecei pelo Tambor de Crioula, algo mais cultural e, agora, a gente tem escutado coisa de tudo que é canto. Fui ali, dentro do mercado, escutar o Alceu Valença, lá da minha terra. É muito boa essa diversidade" disse Renan.

A força econômica do Carnaval

Os números do Carnaval do ano passado confirmam a força cultural, turística e econômica das ações promovidas pelo Governo do Maranhão. Ao longo do período, cerca de 4,5 milhões de foliões circularam pelos circuitos oficiais Vem Pro Mar, Vem Pra Madre e, nas prévias, pelo Vem Pro Centro.

Em 2025, de acordo com estimativas do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), a movimentação financeira alcançou aproximadamente R$ 800 milhões, impulsionada por um investimento estadual de R$ 68 milhões.

A ocupação hoteleira ficou na casa dos 95%. Na área da segurança, não houve registros de ocorrências graves. Sucesso que a gestão pretende repetir nos meses de janeiro e fevereiro deste ano.

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